quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Farras lá em nóis

 07 DE SETEMBRO - CASA DO AMIGO EUDES


Os amigos: Gilvan, Nerivaldo, Hebert, Eudes, Eu e Maciel (Fazendo Caras e Bocas).


Os Poetas: Hebert e Geraldinho Lins.

Aproveitando a ocasião deixo aqui o Endereço Eletrônico do amigo Geraldinho Lins.
www.geraldinholins.com.br

Visitem!!!

Estrada da vida ou a vida da estrada?


Nossa vida é uma estrada
Que a gente viaja nela
Construa a sua larga
Sem buraco, sem cancela
Pois se ela está estreita
Torta, sombria, mal feita
Comece ajeitando ela

Seja um bom filho, um bom pai
Bom amigo, bom irmão
Vá sempre seguindo em frente
Não ande na contramão
E a estrada continua
Cada um segue na sua
Uns vão chegar, outros não

Poeta João Luciano Tenório


Mote: Fiz da vida um eterno carnaval, terminei Pierrot da solidão.

Eu pensando que o tempo não passava
Construí alicerces de ilusão
Tão tardio cheguei a conclusão
Reparar os meu erros já não dava
E a vida a cobrar me esperava
Desprezei a quem só me deu a mão
Fiquei só, vivo triste sem razão
Fui eu mesmo pra mim o maior mal
Fiz da vida um eterno carnaval
Terminei Pierrot da solidão

Poeta João Luciano Tenório

Conselho a um amigo.

Vem amigo acorda pra viver
Não tem entregues, o mundo te convida
Se é tão breve e finita esta vida
Busque a paz, amenize o seu sofrer
Se a vida é um eterno aprender
Pois aprendas, o sorriso oculta a dor
Só maltrata e atormenta o desamor
Solidão é ingrata, mata aos poucos
Não existe mérito algum em sermos loucos
Deixe as trevas a vida é d'outra cor

Cada dia que nasce um recomeço
Nunca é tarde, mudemos nossa história
Com a soma de acerto vem a glória
Pra quem vive no erro é alto o preço
Com meus erros aprendi, hoje agradeço
São degraus que evoluo pra outras vidas
Dificuldades serão sempre vencidas
Não escreva história em linhas tortas
Se o destino lhe fecha algumas portas
Seu bom censo lhe mostra mil saídas

Plante árvores do bem em seu caminho
Colha os frutos da paz pra sua vida
O mais fácil nem sempre é a saída
Quase sempre a flor esconde o espinho
Veja como o pássaro faz o ninho
Galho a galho, trabalho e persistência
Busque em vida pra alma a pura essência
De um amor construtivo e sincero
Para mim é só isso que espero
Dando assim mais sentido a existência

Poeta João Luciano Tenório

"Ô Cabra ruim da mulesta".

Mote: Pense num sujeito ruim, onde pisa o capim morre.
Poeta João Luciano Tenório.

Mentiroso, incompetente
Preguiçoso, Farofeiro
Aprendiz de trambiqueiro
É pior que dor de dente
Bicho no corpo de gente
A ninguém nunca socorre
Precisou dele, ele corre
Gigolô de botequim
Pense num sujeito ruim
Onde pisa o capim morre

Falso, sagaz , calculista
Lobo em pele de cordeiro
Quando quer ser cavalheiro
É um grande ilusionista
A todo mundo conquista
A maldade nele escorre
Rio de lama que corre
Pro abismo escuro sem fim
Pense num sujeito ruim
Onde pisa o capim morre

Todo defeito ele tem
Pior que falta de ar
Conhecido no lugar
"Ói" num vale um vintém
Na matemática do bem
Ele é um dez, menos nove
Se não for assim me prove
Mas pode crer que é assim
Pense num sujeito ruim
Onde pisa o capim morre

Quando pega num tostão
Já se acha o maioral
Só pensa em fazer o mal
Sujeito sem coração
Nega uma dormida, um pão
Com nada ele se comove
Não tem nada que não torre
Já fez muito mal a mim
Pense num sujeito ruim
Onde pisa o capim morre

Poeta João Luciano Tenório. 


E nesta mesma linha falando de cabra ruim, certa feita cantando de improviso o mestre GERALDO AMÂNCIO fez assim.


"Sua língua de aço não me fura
Sua crítica infundada eu não estranho
Seu desgosto é não ser do meu tamanho
O seu trauma é não ter minha cultura
Quem constrói uma vida sem lisura
Morrerá sem direito a monumento
Sem história, sem reconhecimento
Que os medíocres já vem predestinados
Para terem seus nomes sepultados
Na valeta sem fim do esquecimento"

Tudo vem pelo averso para o mal intencionado.

Mote de João Luciano.

O que vive agindo mal
Ele pode até subir
Mas quando pega cair
Vai provar da vida o sal
Fica preso no curral 
Da consciência escravizado
Pagando o mal praticado
O fim será seu começo
Tudo vem pelo avesso 
Para o mal intencionado

Nada muda seu pensar
Ele vem predestinado 
Para ser um derrotado
E para o mal praticar
Se tenta por bom passar
Logo é desmascarado
Seu presente sem passado
Seu futuro sem começo
Tudo vem pelo avesso 
Para o mal intencionado

Tudo quanto ele fizer
Termina sem ter começo
A vida lhe cobra o preço
O que ele pensou não é
E quando vier dá fé
Seu tempo terá passado
Infeliz desesperado
Não terá mais recomeço
Tudo vem pelo avesso
Para o mal intencionado

Poeta João Luciano Tenório.